Defina o que a integração precisa fazer
Liste as funções em uso com o responsável técnico e de negócio. Separe a operação atual de funcionalidades descontinuadas ou apenas previstas.
Compare o que foi concedido com o que a integração realmente precisa. Transforme acessos amplos em perguntas verificáveis antes de alterar o ambiente.
Uma permissão é excessiva quando ultrapassa a necessidade da aplicação. Um acesso amplo pode ser necessário para uma função administrativa; a conclusão exige conhecer o processo atendido e as operações executadas.
O princípio de menor privilégio orienta a conceder apenas os acessos necessários. A documentação dos métodos do Microsoft Graph ajuda a identificar as permissões aceitas e a alternativa de menor privilégio para cada operação.
Não classifique uma aplicação apenas pelo nome da permissão ou pelo número de concessões. Registre a finalidade, os dados envolvidos, o tipo de acesso e as restrições aplicáveis.
| Sinal | Pergunta para investigar |
|---|---|
| Escrita em um processo descrito como consulta | Existe alguma funcionalidade que altera dados? Qual operação exige essa autorização? |
| Acesso a dados fora da finalidade declarada | Que etapa utiliza esses dados? Há um recurso antigo que deixou de ser necessário? |
| Escopo mais amplo que os recursos utilizados | A API e a arquitetura permitem restringir o alcance sem interromper o processo? |
| Concessões sem justificativa atual | Quem confirma a necessidade e quando a decisão foi revisada? |
São indícios para revisão, não uma lista automática de permissões proibidas.
Liste as funções em uso com o responsável técnico e de negócio. Separe a operação atual de funcionalidades descontinuadas ou apenas previstas.
Registre APIs, permissões, tipo delegado ou de aplicação e escopos. Não use apenas a lista de permissões solicitadas no App Registration como prova do acesso concedido.
Consulte os métodos usados pela integração e a documentação correspondente. Peça ao fornecedor as justificativas que sua equipe não consegue confirmar.
Examine alternativas compatíveis com a API e com a arquitetura. Reduzir uma permissão pode exigir mudança de código ou de configuração, além de um novo teste funcional.
Execute a alteração pelo processo aprovado, acompanhe os fluxos afetados e confira as concessões restantes. Registre o resultado e a próxima revisão.
Identifique os consumidores, a janela de teste, o responsável pela validação e a forma de recuperação antes de alterar uma integração de produção.
Uma consulta sem atividade não prova que a permissão é dispensável: considere a cobertura dos dados e os ciclos de execução. Confirme também se a mudança alcançou as concessões existentes, além da configuração de permissões solicitadas.
A revisão pode concluir pela manutenção de um acesso amplo quando sua necessidade estiver demonstrada. Nesse caso, registre a justificativa e as condições para reavaliação.
O AppsVision reúne informações sobre aplicações, permissões, credenciais e responsáveis para apoiar a priorização das revisões.
Os dados disponíveis dependem das permissões concedidas e dos módulos habilitados. A conclusão de que um acesso é excessivo depende da finalidade e da validação com os responsáveis.
Não. O acesso sem usuário conectado pode ser necessário para uma automação. Avalie se as permissões e o alcance correspondem às funções realmente utilizadas.
Não necessariamente. Confirme quais operações precisam alterar dados e quais permissões a API aceita. A alternativa precisa ser compatível com o funcionamento da integração.
A proposta é apoiar a análise e a priorização. A decisão e a execução da mudança ficam com os responsáveis pelo ambiente, com validação das dependências.